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	<title>Arquivos Projetos - Master Clean</title>
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	<description>Produtos químicos de higiene e limpeza para hospitais, indústrias de alimentos, hotéis, motéis, cozinhas industriais, frigoríficos.</description>
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		<title>Você sabe o que são títulos verdes?</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Oct 2018 19:22:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Se uma empresa está precisando de um grande volume de dinheiro, para algum novo investimento, uma nova obra ou grande projeto, ela pode consegui-lo a partir de algumas formas: vender uma parte da própria empresa; pedir emprestado para uma instituição financeira; ou pedir emprestado para um monte de investidores. A esta última opção chama-se “título [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Se uma empresa está precisando de um grande volume de dinheiro, para algum novo investimento, uma nova obra ou grande projeto, ela pode consegui-lo a partir de algumas formas: vender uma parte da própria empresa; pedir emprestado para uma instituição financeira; ou pedir emprestado para um monte de investidores. A esta última opção chama-se “título de dívida corporativa” ou debênture. No inglês, bond.</p>
<p>Há mais ou menos 5 anos, empresas começaram a pegar o conceito de um bond e vincular essa emissão a um uso que comprovadamente demonstrasse um benefício ambiental. Uma nova fazenda eólica, a instalação de filtros para diminuição de gases poluentes, um novo sistema de reuso de água: todos esses são projetos financiáveis com claro benefício ambiental. A estes títulos com essa característica ambiental exacerbada deu-se o nome de green bond, ou títulos verdes.</p>
<p>Desde a primeira emissão, o crescimento da emissão dos títulos verdes no mundo é impressionante. Só no ano passado, mais de USD 150 bilhões foram emitidos em títulos verdes – número que praticamente dobrou o valor do ano anterior, que já havia dobrado o do outro ano. E, de acordo com a Climate Bonds Initiative, devemos fechar o ano de 2018 com USD 250 bilhões emitidos.</p>
<p>A explosão impressionante dessa modalidade de investimento obviamente atraiu a atenção de empresas e investidores. As primeiras, interessadas em vincular suas ações ambientais a seus novos investimentos – principalmente visando alcançar novas carteiras. Já os segundos, por conta da velha correlação entre boa gestão socioambiental e boa gestão da empresa como um todo – índices como o DJSI e o ISE já demonstraram como empresas com boa gestão em sustentabilidade tem melhor governança e gestão de seus riscos e, assim, tendem a ter melhores resultados – o que impacta em seu valor de mercado.</p>
<p>Tanto foi o sucesso que outros bonds começaram a ser aventado ao longo desse pouco tempo. Há cerca de 2 anos, os primeiros títulos sociais (social bonds) começaram a ser emitidos – agora, vinculando os investimentos a benefícios sociais palpáveis para populações vulneráveis. No ano passado, saíram os primeiros títulos sustentáveis (sustainable bonds), em que tanto os benefícios ambientais como sociais eram verificados. E, também no ano passado, logo vieram os títulos dos ODS (SDG bonds), vinculando os investimentos ao cumprimento das metas dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável.</p>
<p>É um mercado novo e, claro, não isento de falhas. Nessa sua breve existência, algumas críticas já foram levantas quanto ao uso dos recursos, à comprovação que os mesmos estão sendo bem direcionadas e até questões de cunho mais ideológico. Enfrentando tais críticas e se aperfeiçoando, contudo, os títulos verdes (e sociais, sustentáveis, de ODS) tem grande potencial de direcionar o capital corporativo a ações de comprovado benefício socioambiental. Dá-se, assim, um passo a mais a um desenvolvimento mais sustentável dentro das condições de nosso sistema.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="http://autossustentavel.com/2018/09/voce-sabe-o-que-sao-titulos-verdes.html" target="_blank" rel="noopener">Autos Sustentavel</a></p>
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		<title>Projetos de reintrodução de fauna</title>
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		<dc:creator><![CDATA[masterclean_administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Sep 2018 20:38:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Beneficios]]></category>
		<category><![CDATA[Fauna]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Relatório publicado no início de setembro pela BirdLife International informa que foram extintos nos últimos dez anos, 8 espécies de aves no mundo, sendo que cinco são endêmicas do Brasil. São elas: a Ararinha azul (Cyanopsitta Spixii), Caburé-de-pernambuco (Glaucidium mooreorum), Gritador-do-nordeste (Cichlocolaptes mazarbarnetti), Limpa-folha-do-nordeste (Philydor novaesi) e Arara azul pequena (Anodorhynchus glaucus). O problema da [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Relatório publicado no início de setembro pela BirdLife International informa que foram extintos nos últimos dez anos, 8 espécies de aves no mundo, sendo que cinco são endêmicas do Brasil.</p>
<p>São elas: a Ararinha azul (Cyanopsitta Spixii), Caburé-de-pernambuco (Glaucidium mooreorum), Gritador-do-nordeste (Cichlocolaptes mazarbarnetti), Limpa-folha-do-nordeste (Philydor novaesi) e Arara azul pequena (Anodorhynchus glaucus).</p>
<p>O problema da extinção no ambiente natural coloca em evidência os programas de reintrodução da fauna nas áreas antes ocupadas pelas espécies extintas a partir de exemplares mantidos em zoológicos ou criadouros particulares. É o caso do projeto de reintrodução da Ararinha azul no sertão da Bahia a partir de pouco mais de dez exemplares que se encontram no país. Há hoje, uma população suficiente em cativeiro, totalizando 152 indivíduos, incluindo, aqueles que estão em viveiros da Alemanha e Singapura, o que permite a tentativa de povoação na natureza sem o risco de extinção definitiva.</p>
<p>As técnicas de reintrodução da fauna vêm tornando possível a recuperação de espécies emblemáticas em todo o mundo, corrigindo de certa forma, os erros cometidos pelos humanos que são os responsáveis pela atual onda de extinção.</p>
<p>Há muitos casos de sucesso a serem descritos, mas o mais marcante de todos foi o retorno à sua terra de origem do único cavalo verdadeiramente selvagem existente – O Cavalo de Przewalskii (Equus ferus przewalskii), cujos antepassados jamais foram domesticados pelo homem. A partir de poucos exemplares existentes em zoos europeus foi iniciado um programa de reprodução controlada com resultados positivos. O aumento do número de cavalos em cativeiro possibilitou o programa de soltura controlada nas estepes da Mongólia. Em 1992, foram soltos 15 exemplares que se reproduziram com sucesso e hoje totalizam mais de 150 cavalos vivendo em liberdade.</p>
<p>A volta do Condor da Califórnia (Gymnogyps californianus) à natureza no oeste dos Estados Unidos, representou uma vitória daqueles que sustentam a validade de se manter a reprodução em cativeiro até que se consiga uma população viável para a reintrodução sem colocar em risco a existência da espécie. O Programa de recuperação do Condor da Califórnia teve início a partir da captura, em 1987, de todos os 27 condores em liberdade para dar início à criação em cativeiro. Em 1991, iniciou-se a soltura de exemplares na Califórnia, em seguida no Arizona e em 2002 na Baixa Califórnia, no México. Atualmente, existem cerca de 400 condores, sendo que metade deles em vida selvagem. A destacar, que o número de exemplares vivendo em liberdade supera os que se encontram em zoos.</p>
<p>Outro ambicioso projeto está sendo desenvolvido pelo World Wildlife Fund – WWF, juntamente com o governo do Cazaquistão para a reintrodução do Tigre siberiano (Panthera tigris altaica) nesse país asiático. O animal estava extinto na região há 70 anos. O início da reintrodução está prevista para este ano e será custeado pelo WWF, que destinará 10 milhões de euros ao projeto.</p>
<p>A reintrodução em ambiente selvagem do lobo cinza mexicano (Canis lúpus baileyi) vem sendo comemorada na América do Norte, como mais um caso de sucesso de recuperação de fauna a partir de exemplares mantidos em zoos. O lobo cinza mexicano foi extinto nos Estados Unidos e México. No final da década de 1970, foram capturados os últimos sete exemplares em liberdade para manejo em cativeiro e posterior soltura controlada. Hoje, há 50 lobos soltos na natureza e mais de 300 em cativeiro. Todos os lobos mexicanos atuais são originários daqueles sete indivíduos iniciais.</p>
<p>O importante na reintrodução da fauna é a espécie liberada recuperar a função que tinha quando vivia livremente. Exemplo disso, é o caso do lobo cinza americano (Canis lúpus) reintroduzido com êxito no Parque Yellowstone em 1995, depois de 70 anos ausente. Sem o lobo, as áreas de matas do parque foram convertidas em pastagens. Na ausência do lobo, os herbívoros aumentaram desproporcionalmente seu número e provocaram o processo de diminuição da vegetação. Com a volta do lobo e com o passar dos anos a mata renasceu, e com ela suas funções ecossistêmicas.</p>
<p>Um problema frequente na reintrodução de fauna em seu ambiente natural é a questão mais ampla de preservação ou restauração do meio ambiente. É um problema presente na reintrodução do Mutum de Alagoas (Mitu mitu) iniciado no ano passado, após ter desaparecido do ambiente selvagem há mais de 30 anos. O maior desafio, contudo, foi encontrar uma área para a soltura, pois o desaparecimento da ave ocorreu, principalmente, devido à caça e à destruição de seu ambiente natural, que deu lugar ao plantio da cana-de-açúcar. Atualmente, existem cerca de 300 exemplares em cativeiro que se originaram de três casais capturados há 43 anos.</p>
<p>A reintrodução da fauna deve ser vista como uma medida temporária, pois o ideal é que a consciência social compreenda que é muito mais econômico proteger o meio ambiente que reconstrui-lo. Até atingirmos esse estágio de civilidade, a reintrodução da fauna continuará sendo uma das mais importantes medidas para impedir que desapareçam, em definitivo, muitas espécies emblemáticas na natureza.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="https://www.pensamentoverde.com.br/meio-ambiente/projetos-de-reintroducao-de-fauna/" target="_blank" rel="noopener">Pensamento Verde</a></p>
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